Análise: Arms surpreende e mistura pancadaria com muita diversão!

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A Nintendo que revelou Arms na E3 de 2016 como o novo jogo da empresa para o Switch, ofereceu um período de teste aberto no console. Nós da equipe da Mundo Nintendo testamos durante os dias 26 27 e 28 (ainda estamos nesse vício) e decidimos compartilhar as experiências que estamos tendo com este nova IP da Nintendo que promete oferecer um novo conceito para games de luta. Então, vamos lá:

Ele é cativante!

Nos primeiros momentos de jogo, do momento da abertura até o período de iniciar a primeira luta, o game se mostra com o objetivo de abraçar o jogador, por meio da sua qualidade na trilha sonora, quanto no colorido e o perfil dos personagens que podem ser escolhidos (gostamos muito do Ninjara). Apesar do Teste Global conter apenas uma opção de jogo, ele se mostra fácil do jogador até menos experiênte já iniciar sua primeira luta.

Personagens e boa variação de luvas


Isso nos chamou atenção, que apesar de game possuir poucos personagens por enquanto, (acredito que a Nintendo já confirmou que em atualizações o número será maior) existe uma quantidade interessante de variações nas luvas, que pode der decisivo para montar sua estratégia em relação ao oponente. Aí que a parada começa a ficar bem interessante. Acabamos por entender onde a Nintendo começa a querer evidenciar o fato do game se tornar uma referência para o meio competitivo no futuro.

Não basta só usar soco e ativar os especiais.

No primeiro momento, fiquei igual a um louco socando o ar, com os Joy Cons e fazendo movimentos aleatórios para tentar entender o que funcionava e que não funcionava. Entretanto, existe um segredo por trás de Arms que é: entender o momento certo do ataque, avaliando o seu oponente. Quem já jogou estilo como Dark Souls, sabe do que eu estou falando.


O fato da Nintendo associar esse modelo de entendimento do ponto fraco do oponente associado as táticas das luvas certas é o fator mais interessante que podemos encontrar no game. Modelo totalmente competitivo.

Jogabilidade – Escolha sensor de movimento ou modo tradicional

Nintendo, muito obrigado! Foi um questionamento realizado por mim e por várias pessoas antes dos testes real, o qual era questionado se deixariam mesmo ter o mesmo tipo de jogabilidade tanto utilizando o game no modo de sensor de movimento, quanto utilizando controle normal conectado tanto no grip quanto no console em modo portátil.
Se você chegar cansado em casa, e não quer ficar mexendo os braços, igual um louco, sem problemas, você poderá se divertir também com o game. Ponto positivo!

Duplas excelente / todos contra todos nem tanto.

É interessante como a Nintendo quis inovar e entender o que daria certo para o jogo não se tornar enjoativo. O sistema de lobby e aguardo das partidas ficaram muito claras e objetivas (palmas para os designers de interface) entendendo muito bem quando você irá iniciar uma partida sozinho, como também entrará em uma partida em dupla ou talvez o pior modelo definindo todos contra todos. Senti que nessa modalidade de lutar contra todo mundo ao mesmo tempo tornou tudo muito confuso. Inclusive, a tática mais fácil era deixar os oponentes se matarem entre si e aguardar a sua vez dentro do Ring. (bizarro) Acredito que neste ponto seja interessante uma reavaliação e aprimoramento.

Não apenas lute. Que tal um vôlei?

Não lembro de ver em algum trailer que dizia a respeito da modalidade do vôlei. Inicialmente, fiquei bem perdido, pois tudo era novo. Mas acaba por ser interessante e se mostra favorável principalmente para jogatina com mais de 1 pessoa. Nesta modalidade, partidas de duplas ficaram muito divertido, necessitando um belo trabalho em equipe.

73%
Interessante

Veredito

Análise Prévia - Arms se mostra muito promissor e talvez a palavra que defina é: diversão. As cores trabalhadas no jogo, estilo de personagens, trilha sonora e jogabilidade trouxeram um modelo que não revoluciona mas modifica o formato tradicional de luta e que certamente vai agradar muitos. Assim como agradou nós da Mundo Nintendo.

  • Nota
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