Análise Rocket Fist – Confira o que achamos do game brasileiro.

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Antes de começar a análise. Gostaria de deixar destacado o orgulho de ter os criadores do game, Daniel Snd e Thiago Adamo como representantes do Brasil neste meio, sendo o primeiro game brasileiro lançado para Nintendo Switch. Sabemos o quão competitivo é esse cenário e ver produtos brasileiros sendo lançados é motivo de muito orgulho para todos nós.

Não sabe se vale a pena o jogo? Tá indeciso na compra? Trouxemos aqui uma análise detalhada pra você.

Definir Rocket Fist é complicado, um game mistura Battle Arena com Queimada onde controlamos um robô recém construído que foi trancado em arenas para batalhas frenéticas atirando seus “punhos de foguetes” nos adversários. Doido não?

No início a proposta parece um pouco bizarra, mas é exatamente aí que Rocket Fist se destaca. A ideia lembra bastante a de “TowerFall” e de outros multiplayers que em sua proposta principal não é prender o jogador por uma história densa, mas sim partidas rápidas mas ao mesmo tempo desafiadoras.

História

Apesar de bem rasa, o jogo possui uma história e ela se passa em uma fábrica de robôs que funcionava por computadores, até que um dia um vírus entrou na máquina interrompendo assim o processo. Sendo assim, o robozinho (no caso você) precisa destruir todos esses inimigos que apareceram. O Single Player possui 5 fases constituídas em 5 andares, cada andar possui 4 salas.

Multiplayer – O diferencial

Quando falamos do multiplayer, dai a coisa fica boa, muito boa. O game teve problemas sérios na época do PC relacionados a lag, mas não se preocupe aqui, pois no Switch isso não acontece em nenhum momento. O multiplayer local também existe e funciona até 4 pessoas. Além disso, o game possui um modo para criar níveis, de forma muito rápida e prática. O game também conta com 9 cores e 11 fantasias diferentes para seu robô, o que acabamos por ter quase 100 combinações diferentes.

Jogabilidade

Sobre a jogabilidade, podemos dizer que ela é bem simples, temos aqui direcionais e uma tecla para ação. Quem já estava acostumado outros jogos do gênero não terá problemas. O game possui um nível de aprendizado relativamente fácil, mas se destacar contra os inimigos pode ser bem complicado com o tempo, ainda mais quando a dificuldade começa a aumentar e você precisa aprender mais a desviar do que atirar. Caso você receba um tiro do adversário, você já era, e começa novamente. Vale lembrar que temos 4 níveis diferentes de dificuldade para jogarmos. Pra quem gosta de jogos em ritmo frenético, Rocket Fist é uma excelente pedida, qualquer segundo da sua desatenção pode custar a sua vida no game. Frenético do início ao fim.

Nos primeiros minutos, o game acaba colocando o jogador em um momento de aprendizado com a jogabilidade quanto nas possibilidades estratégicas que você pode ter, como arremessar um foguete contra a parede para rebater no oponente ou até mesmo esperar o momento certo para de uma coluna para pegar outro punho de foguete. O que te obrigará a pensar a toda hora se é melhor atirar ou fugir. São cálculos rápidos que só você terá a responsabilidade de criar, tornando o game bem desafiador e com um replay interessante.

Diversão é melhor que Gráfico

Os gráficos são simples mas bem trabalhados. Vale destacar que, quando temos mais animações em tela, como explosões e tiro pra tudo que é lado, o Switch se mostra muito tranquilo para levar o jogo em sua taxa de frames, não prejudicando a proposta da jogatina frenética. (essencial para esse tipo de jogo)

Trilha sonora de primeira!

Vale destacar o belo trabalho de som desenvolvido em Rocket Fist, a trilha sonora merece destaque e se encaixa muito bem com a proposta, aumentando sua adrenalina em diversos momentos. Os efeitos sonoros também fluem muito bem e são vários, coisa que não acontece com muitos jogos que conhecemos, onde o lado sonoro pode-se tornar repetitivo.

Vale a pena? O single player poderia ser mais explorado, principalmente para o jogador se aprofundar mais no game. Porém sua proposta inicial é a jogatina casual e ele cumpre bem esse papel. O jogo merece destaque no multiplayer associado a uma boa trilha sonora, sendo ideal para uma batalha entre amigos de forma local e online, se mostrando um game fácil de aprender, difícil de dominar. A maneira casual/competitiva que Rocket Fist trás, associado ao seu baixo preço ($9,99 na eShop) são seus grandes segredos de sucesso.

Playlist – Se você já jogou o game e curtiu um dos pontos super positivos do game, a trilha sonora, temos aqui a playlist completa do brasileiro Thiago.

Não deixe de conferir as outras análises já realizadas aqui na Mundo Nintendo. Em breve teremos mais.

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Vale testar!

Veredito

O single player poderia ser mais explorado, principalmente para o jogador se aprofundar mais no game. Porém sua proposta inicial é a jogatina casual e ele cumpre bem esse papel. O jogo merece destaque no multiplayer associado a uma boa trilha sonora, sendo ideal para uma batalha entre amigos de forma local e online, se mostrando um game fácil de aprender, difícil de dominar. A maneira casual/competitiva que Rocket Fist trás, associado ao seu baixo preço, custando apenas $9,99 na eShop são seus grandes segredos de sucesso.

  • Design
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